quinta-feira, 25 de abril de 2019
Miss Bala (Idem)
Miss Bala (Idem)
EUA, 2019. 1h33min. Direção de Catherine Hardwicke, escrito por Gareth Dunnet-Alcocer. Baseado num filme mexicano do mesmo nome de 2001. Música de Alex Heffes. Com Gina Rodriguez, Ismael Cruz Cordoba, Aislinn Derbez, Cristina Rodlo, Anthony MacKie, Matt Lauria, Damian Alcazar.
Foi realmente muito sucesso no México e na língua latina esta aventura policial muito particular, que agora foi feita por uma diretora radicada nos EUA (Hardwicke, 1955, dirigiu filmes como Já Estou com Saudades, Plush, muitos telefilmes, A Garota da Caspa Vermelha, Os Reis de Dogtown, Crepúsculo!). Basicamente é um filme para consumidor latinos e por causa disso fez grande sucesso em sua versão de estreia mexicana (nesta aqui já mais conhecida, o reconhecimento tem sido menor e de menor bilheteria). Mas os latinos já pegaram a mão com a violência cotidiana principalmente para as mulheres que sempre são vítimas de bandidos e traficantes, mas nem menos por isso deixam de lutar pela sobrevivência, família e filhos! Observa-se os bastidores das moças envolvidas com traficantes e policias, procurando sempre dinheiro e uma vida decente, nada de muito novo, mas ao menos se registra um triste fato real.
Daddy Issues
Daddy Issues
EUA, 2018. 1h21 min. Direção de Amara Cash. Roteiro de Alex Bloom, Amara Cash. Com Madison Lawlor, Montana Manning, Kamala Jones, Andrew Pfiko, Jodi Carroll Harrison, Seth Ca Mossell, Mont Markham, Ronnie Clark.
Classificado como drama, e apresentado por um elenco quase totalmente desconhecido, ´é sobre uma certa Maya uma jovem de 19 anos, que passa seus dias mexendo com sua arte e truques “cybers”, seu insta crush, o designer sensual Jasmine. Uma noite Maya corajosamente encontra Jasmine e ousadamente faz nascer uma ligação romântica que lhe dá seu primeiro gosto de amor verdadeiro e acha que pode ser justamente um truque em cheio para sua carreira. Tudo vai muito bem até quando Jasmine faz parte de um relacionamento codependente com um “sugar daddy” neurótico. E o que começou como sonho pode se transformar em belo pesadelo! Um filme diferente e ousado, para um tipo atual e moderno de garotas e comportamento. Não é para todo mundo, nem promete durar muito. Mas sem dúvida é coisa da atual moda! A mocinha central é bem bonita e se não morrer antes pode até revelar algum talento. Mas tem uma amiga latina discutível, um pai feioso, uma mãe bonitinha e tudo é tão clichê, semi-sexual que é preciso ter paciência. E outra cena de masturbação da dupla juvenil (ainda assim discreta). Mas o clímax meio incompreensível é quando a loirinha vai para a Itália, na ponte famosa, começa a aprender poesia e literatura, fazer amigas e continua a dançar na rua. Só para quem pode suportar filmes péssimos.
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