A Filha do Meu Melhor Amigo. The Oranges. EUA, 11.90 min. Direção de Julian Farino. Com Hugh Laurie, Allison Janney, Catherine Keener, Alia Shawkat, Oliver Platt, Leighton Meester, Adrian Brody. Europa.
Não tem porque perder tempo com esta pseudo comédia familiar, mal dirigida, com péssimo roteiro e um elenco muito discutível. O realizador inglês Farino que fez sua reputação em series de Teve (Roma, Entourage, Big Love) não demonstra qualquer criatividade ou talento. E Hugh Laurie, o famoso doutor House, deve ter se arrependido tanto de ter embarcado nesta furada, que recompensa o publico com uma total ausência e passividade. Não apenas a historia é velha e já feita, como o elenco esta apático, caindo em velhas criticas a vida num subúrbio de New Jersey, onde duas famílias vizinhas mantém relações próximas. Até o dia em que a filha de um deles (a bonita Leighton Meester de Gossip Girl) após romper um caso com um marginal que pega em flagrante, retorna para casa e inicia um romance com o vizinho que conhecia a vida inteira (Laurie), que por sinal é o melhor amigo do próprio pai dela. O script é incompetente em não desenvolver personagens que poderiam ser fortes (o pai dela, Oliver Platt, o irmão que some e volta sem deixar vestígios, Brody) e nem as mães chegam a brilhar (embora Allison Janney seja ótima ,Catherine Keener faz tudo igual, displicente). Mesmo o romance nem floresce direito, vitima do moralismo subjacente (por outro lado, se o caso não vai para diante acabou a historia ,as conseqüências e as piadas). Tanto que nem tem muita coragem de chamar o filme de comédia. Portanto, outra perda de tempo.
Ref fim.


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