Future World
EUA. 90 min. Direção de James Franco e Bruce Thierry Cheung. Com James Franco, Suki Waterhouse, Mila Jovovich, Lucy Liu, Jeffrey Wahlberg, Method Man,Wilmer Calderon, Snoop Dogg, Scott Haze. Cotação: zero.
Difícil entender a carreira e os delírios do ator James Franco, que adora se alternar como roteirista (inclusive de obras clássicas da literatura americana), apresentador do Oscar (o pior de todos os tempos), humorista (ganhou o Globo de Ouro de ator por seu trabalho divertido em Artista do Desastre), dar pinta de pansexual e já fez tanta coisa que tem 148 créditos dos mais variados trabalhos. Não há duvida que se diverte com esse delírio todo que infelizmente, porém, aponta para uma carreira caótica e que finalmente irá se esgotar. O exemplo mais simples é este filme aqui em que esbarrei por acaso e que está em cartaz nos cinemas americanos Classe B (obviamente) e que se revela uma descarada imitação pobre do célebre Mad Max, para o qual ele conseguiu a participação especial e pequena de amigos, como Lucy Liu (mal aparece morrendo numa cama), vários astros negros, e Mila Jovovich (alguns minutos em cena demonstrando boa vontade). Evidentemente mais pobre e mais óbvio. E que obviamente os críticos americanos, os poucos que já o viram, o chamaram de abominável. Na verdade seria se fosse levado a sério.
Na verdade deveria ser processado por roubo e absurdos semelhantes. O herói aqui é um certo Prince (Jeffrey Whalberg), que deseja conseguir um remédio para curar a mãe (Liu). Isso o leva a um lugar chamado Love Town, onde quem manda é Love Lord (Snoop Dogg). Só que tudo é tão superficial e incoerente e incompreensível além de “dejá vu”, com um elenco de quinta categoria e um desperdício absoluto de tudo. Será que Mr. Franco esta debochando de tudo, até da academia que já o criticou por suas façanhas sexuais? É provável que esteja se divertindo muito no caminho para a ruína.
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