EUA, 14. 134 min. Direção e roteiro de David Ayer. Com Brad Pitt, Shia LaBeouf, Logan Lerman, Michael Peña, Jon Bernthal,Jim Parrack, Jason Isaacs, Scott Eastwood.
Basicamente o filme segue o tanque Sherman, apelidado Fury, com sua equipe de cinco pessoas, incluindo um soldado novato (Logan). Não há preocupação em esconder a violência ao contrario. Os nazistas são castigados, algumas mortes são detalhadas. Mas parece que a intenção é retomar o velho tema do cinema, que é mostrar homens lutando juntos, que se unem diante do perigo em comum. Ainda mais num espaço tão confinado quanto o de um tanque. Eles são basicamente O Bíblia (Shia, cada vez mais metido e estragando sua carreira), o Gordo (Peña), que é mexicano de origem, Coon Ass (Jon, que veio do Sul dos EUA) e mais Norman (Logan) recém chegado e que não teve a chance ainda de ganhar apelido.
Veterano desse gênero de filme, tive dificuldade de encontrar ideias novas, nem mesmo no fato de que soldados nazistas recolhessem crianças (se os pais reclamassem os matavam também) para participar dos últimos ataques obedecendo a ordem do Fuhrer de que todos devem lutar até a morte. Não sei se ainda existe ainda aquele antigo tipo de fã de cinema que gostava do gênero. Até porque já fazem 70 anos do fim do conflito e os atuais são muito mais explícitos (embora possivelmente morram menos gente). De qualquer forma me pareceu que é o tipo da história antiquada e descartável. Não há toa que não teve qualquer premiação.
Esse filme foi indicado a 2 Critics Choice Movie Awards 2015: Melhor Filme de Ação e Melhor Ator em Filme de Ação (Brad Pitt).
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