EUA, 2015. 118 min. Direção: Jason Moore. Roteiro: Paula Pell. Com Tina Fey, Amy Poehler, Maya Rudolph, Ike Barinholtz, John Leguizamo, Dianne Wiest, John Cena , James Brolin.
É difícil acreditar que a morena Tina e a bem loira Amy possam ser irmãs, mas as duas são amigas e a relação entre elas até que funciona na tela. No caso, Tina tem uma filha adolescente para criar e Amy é uma enfermeira, que, aliás, mora em Atlanta, onde eu estou neste momento por causas das premiações. É no momento o lugar que mais dá vantagens para rodar na cidade.
Os pais delas são vividos por James Brolin (marido de Barbra Streisand) e a premiada Dianne Wiest, que se cansaram de viver em sua casa e procuram mudar-se. As duas ficam chocadas em perder o lar e convidam todos os amigos do passado, principalmente aqueles que odiavam. E a festa obviamente acaba virando uma loucura, uma chanchada inacreditável de tal maneira que a gente fica pensando será que isso agora virou humor? Será que duas mulheres respeitadas pela inteligência vão perder tudo que ja construíram para fazer esta pseudo comédia e terem um sucesso de bilheteria para um público que nem é o delas?
Pelo jeito sim, porque o resultado é chocantemente sem graça, grosseiro, cafajeste, e fico até envergonhado em ter rido em determinado momento quando um rapaz é atingido num lugar desagradável por um brinquedo de bailarina em caixinha de música. É o fim da picada, mas todo mundo tem um lado vulgar difícil de negar.
Nem por isso posso deixar de lamentar o baixo nível desta comédia e outras, como uma com o ex lendário Robert de Niro, que também esta para estrear... Ao menos nenhuma comédia brasileira por enquanto baixou tanto o nível...
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