EUA, 17. Série de TV de 10 episódios.
Criação de Christian Torpe (escritor dinamarquês mais ou menos conhecido como roteirista da volta do diretor Bille August, com Coração Mudo, 14). Por sua vez, a história lembra demais outros filmes e séries que contam histórias semelhantes, como The Fog, 80, para mim pioneiro do gênero (com Jamie Lee Curtis, A Bruma Assassina de John Carpenter, ainda com Janet Leigh, John Houseman). Depois houve uma imitação: de 2005, A Névoa (The Fog, de Rupert Wainwright, com Selma Blair) e ainda com Thomas Jane, que foi The Mist de 2007, agora feita para a TV, como O Nevoeiro, do hoje famoso Frank Darabont (que escreveu e dirigiu os célebres A Espera de um Milagre com Tom Hanks, 99, Um Sonho de Liberdade, 94, e foi esta serie que inspirou o escritor a fazer a hoje celebre The Walking Dead, 10-17, que da qual eventualmente seria roubado!
Parece
confuso embora todas as versões contem no fundo versões semelhantes com
ligeiras diferenças. O que vem sucedendo justamente nesta atual que tem
um elenco muito pouco conhecido: Morgan Spector, Alyssa Sutherland, Gus
Birney, Danica Curcic, Okezie Morro, Frances Conroy, Luke Cosgrove.
Como todas as séries e longas se parecem esta parece ser a mais
deficiente, porque os fantasmas ou monstros ou que quer que sejam custam
a aparecer e as vítimas da cidade coberta pelo nevoeiro se refugiam num
shopping mall e agem como fanáticos religiosos. A única figura que me
interessou foi a atriz veterana Frances Conroy que havia ficado famosa
com Six Feet Under. Na verdade, em tudo o mais as outras versões eram semelhantes e para quem hoje curte o Walking Dead
é muito inferior. Porque as figuras que saem da neblina ou serem velhos
fantasmas de marinheiros ou guerreiros de uma velha batalha, mas ainda
recente e assim por diante. A do especialista Carpenter, como narrativa,
era a melhor.
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