quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Sono Mortal (Dead Awake)


EUA, 16. 1h39. Direção de Philip Guzman. Roteiro de Jeffrey Radick. Com Jocelin Donahue, Jesse Bradford, Jesse Borreto, Lori Petty, James Beckhouse, Brea Grande.

É curioso como os gêneros entram e saem de moda mas os filmes de terror, ou coisa que o valha, continuam sendo realizados e programados. Rara a semana em que não temos um ou dois do gênero, e percebo que as vezes deixo algum passar (por pura exaustão) e algum leitor faz o favor de me informar de que perdi um filme bem interessante, naturalmente de terror!!! Custo a crer mas faço o possível diante dos horários esquisitos e os thrillers que costumam ser tão banais.

Este aqui me interessou porque entrevistei uma vez o rapaz Jesse Bradford, baixo e simpático (mas justamente por ser pouco galã não tem emplacado). E a heroína aqui, Jocelin Donahue, tem papel duplo (a única coisa que muda é o corte do cabelo). A moça tem longa carreira e chegou a estar em Velozes e Furiosos 7 (15). Mas aqui parece entediada e acaba sendo mais divertida uma atriz assumidamente homossexual, Lori Petty, que faz uma médica esquisita que ao menos surpreende.

As heroínas Beth e Kate são gêmeas e com 20 poucos anos de idade. Kate é mais estável e positiva enquanto Beth que vive com os pais é nervoso e insegura, porque acha que sofre de uma doença chamada paralisia do sono. Quando o corpo não consegue se move e ela é visitada por uma figura horrível que se arrasta no chão (e num dia eficiente estrangula suas vítimas).

Infelizmente o diretor Guzman (Desdemona, Contagem Regressiva) não é hábil com a câmera ou a narrativa. A maquiagem de terror é lamentável, a direção de câmera titubeante e infelizmente o terror não chega nem a assustar. Outros menos ruim virão.

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