EUA,
15. 107 min. Direção de Jessie Nelson. Roteiro de Steven Rogers. Com
Diane Keaton, John Goodman, Ed Helms, Amanda Seyfried, Alan Arkin,
Marisa Tomei, Olivia Wilde, June Squibb, Jon Tenney.
Os americanos
tem o hábito de fazer discos e filmes de Natal mas nem sempre acertam
na fórmula, como aqui onde chamaram dois experientes artesões: o diretor
é roteirista e dirigiu filmes como Corine Uma Babá Perfeita com Whoopi Goldberg, Uma Lição de Amor com Sean Penn, mas quem escreveu o roteiro foi outro, Steven Rogers, que escreveu muitas comédias românticas (PS Eu Te Amo, Kate & Leopold, Lado a Lado com Julie Roberts, Quando o Amor Acontece
com Sandra Bullock). Mas saiu tudo meia boca. O elenco tem seus charmes
com a bela Amanda, a competente Tomei e a linda Olivia. Mas o roteiro é
ruim, mal alinhavado e até difícil de seguir (não vou contar quem é o
narrador da história, mas é a pior escolha possível, quiseram ser
originais e fizeram uma bobagem).
Tudo se passa numa cidade
pequena para onde afluem os diversos parentes de uma família que seriam
os Coopers, o casal (Keaton e Goodman, ambos perdidos na ausência de
boas falas) que está pensando em se separar depois de 40 anos de
casados. Estão presentes o velho pai (o premiado com o Oscar Arkin), que
tem paixonite pela garçonete Amanda, a irmã invejosa de Diane, feita
por Marisa Tomei (há uma sub trama com ela que teria roubado uma joia,
mas consegue ficar amiga do policial, que é o Anthony Mackie, agora
conhecido como o Falcon). Uma outra velha da família (a encantadora June
Squibba, de Nebraska). E um filho incompetente
desprezado pela mulher e o casal de filhos (só conheço ele, o chato do
Ed Helms). Todos se unem na ceia de Natal, embora me deram a impressão
de serem judeus.
Mas tudo é tão superficial, mal desenvolvido, pouco engraçado, que não merece maior atenção.
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