EUA, 2016. 2h3min. Direção e Roteiro de Jeff Nichols. Com Ruth Negga, Joel Edgerton, Will Dalton, Dean Munford, Terri Abney, Alano Miller.
Depois Nicholas fez O Abrigo (Take Shelter, 11) novamente com Shannon (e os críticos entoaram loas!), Amor Bandido (Mud, 12), mais descartável com Matthew Mc Conaughey, Destino Especial (Midnight Special, 16, novamente com Shannon e agora Joel Edgerton deste filme atual.
Uma pena que este novo trabalho tenha sido um enorme fracasso de bilheteria (não conseguiu chegar ate agora em 8 milhões de renda quando custou 9! Foi tão mal que é o único longa importante que nem estreou aqui para o Oscar. Simplesmente por causa de seu roteiro inócuo, direção distanciada e elenco passivo. Lamentável porque a história é ótima e verdadeira, e um dia ainda pode virar um grande filme. Conta-se a história real de Richard e Mildred Loving, um casal interracial que se ama, ele é negra, ele loiro que desafia o governo quando se casa, embora fosse proibido por lei um casal de raças diferentes! Imagina o absurdo e quanta coisa poderíamos discutir caso o filme não fosse tão passivo e destacar Ruth Negga não tivesse sido tão errado.O caso de 1924 só foi modificado pela Corte Suprema americana em 67 dizendo que essa decisão era anticonstitucional. Um pouco tarde não? Ridiculamente tarde... Enfim, o filme fica pior porque ele é baseado num documentário que abordava o assunto com mais precisão e coragem (se chama The Loving Story, 11) de Nancy Buirski.
Essa moça nasceu na Etiópia e tem um lado diferente, que precisa ser bem trabalhado. Já esteve em alguns filmes de qualidade discutível, o bom Guerra Mundial Z, o esquisito e recente Warcraft (que fez sucesso no Oriente e China em particular, na delirante série de TV The Preacher, série de TV dos Agentes da Shield). Seu exotismo poderia render mais do que esta errada indicação de melhor atriz. Pior está o australiano Joel e Nicholas, não é a pessoa indicada para este tipo de dramaturgia.
Acho q o filme Loving, mesmo q não traga algum tipo de interesse pela temática interracial, q teve o seu ápice na década de 60.O filme fica de fora dos cinemas das metrópoles pelas concorrências com as comediotas brasileiras claro.Qto a indicação da Ruth Negga, dito por vc q não estar tão digna p fazer parte da forte concorrência de atrizes deste ano ;eu acredito q seria então uma resposta dos votantes ao #OscarsoWhite do ano passado.
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