Grand Central (Idem). França, 12. Direção de Rebecca Zlotowski. 94 min. Com Tahar Rahim, Lea Seydoux, Olivier Gourmet, Denis Menochet, Johan Libereau, Camille Lelouche, Marie Berto. Drama romantico.California.
O maior interesse é a presença de dois jovens atores /astros franceses do momento, a interessante Lea Seydoux (em cartaz com ) e o ator árabe mas Frances de nascimento Tahar Rahim (revelado em O Profeta, tem uma figura simpática e esta fazendo carreira internacional em filmes como O Principe do Deserto, a Legião Perdida, o recente O Passado, e algo chamado Samba que esta sendo rodado com Omar Sy). A diretora Rebeca ( havia feito Belle épine, 10 com a própria Lea depois de experiência em roteiros e curtas). Mas o resultado é apenas mediano. Talvez curioso por situar a ação numa usina atômica, onde os operários estão sujeitos a constante perigo e contaminação. É lá que Gary Manda (Rahim) vai procurar emprego e se envolve com a namorada de um colega, com quem tem encontros furtivos. Pouco se sabe dela e menos ainda do amor. Os filmes hoje em dia explicam muito pouco dificultando a tarefa do espectador. Como vamos torcer por alguém que não conhecemos, que nos diz tão pouco e mesmo por este herói tão perdido e sem destino. É uma exigência exagerada do espectador que fica esperando uma crise na usina ou algo maior do que simplesmente a moça resolver se casar com outro. Fraquinho. A não ser que exista gente ainda que vai ao cinema para ver os atores que curte.
Ref fim.


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