EUA, 14. Direção de Anton Corbijn. 122 min. Com Phillip
Seymour Hoffman, Rachel MacAdams, Daniel
Bruhl, Nina Hoss, Kostja Ullman, Homayoun Ershadi, Grigoriy Dobrygin.
Não curto o estilo de direção deste Corbijn, que já tinha
destruído Um Homem Misterioso com
George Clooney. É verdade que é cool, distanciado, tem controle da
imagem, mas é difícil achar uma despedida mais infeliz para o falecido Philip
Seymour Hoffman, cuja morte acabou provocando uma enorme tristeza em uma enorme
legião de fãs que nunca imaginei que existisse! Este foi o ultimo filme que
concluiu, deixando algumas cenas inacabadas em Jogos Vorazes a Esperança I
e II. Ele faz Gunther Bachman, uma
agente do Serviço Secreto em Hamburgo, Alemanha, que fica sabendo da chegada de
um estranho checheno que tem cara de sem teto e tem uma atitude estranha. Tem
acesso a um grande dinheiro mas não esta muito decidido que destino essa grana
pode ter.
Willem Dafoe faz (bem) um diretor de banco que tem controle
sobre a grande fortuna, enquanto Robin Wright tem participação ativa e
bissexual como agente americana. Espia para cá, espia para lá e pouca coisa
acontece, a não ser mais traições, até entre famílias. E o danado do Bourne não
dá o ar de sua graça já que poderia muito bem dar uma incrementada na história.
O filme foi lançado nos EUA e ate agora não passou muito dos 17 milhões de
dólares. O que pensando bem é mais do que merece.
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