EUA,
2016. 127 min. Direção de Alex Proyas. Com Brenton Thwaites, Nikolaj
Coster Waldau, Gerard Butler, Courtney Eaton, Elodie Yung, Bryan Brown,
Chadwick Boseman, Geoffrey Rush, Rufus Sewell.
Quando estava nos
EUA por causa do Oscar havia grande expectativa para a estreia desta
aventura independente transbordando de CGI que teria custado mais de 140
milhões de dólares. Mas logo foi rejeitado e não passou dos 25 milhões
de bilheteria. Parece que foi menos mal no Brasil. Mas francamente não
merece muito mais.
Ainda que vagamente inspirado em lendas
egípcias exagera no uso de efeitos de CGI a tal ponto que em momentos
parece filme de animação. O diretor Proyas esteve afastado durante sete
anos mas nasceu no Egito e reside hoje na Austrália. Sua carreira teve
momentos interessantes como em Cidade das Sombras (Dark City, 98), Eu, Robô (94) mas nunca o perdoei pela morte do filho de Bruce Lee no set de Corvo (94). Seu filme anterior Presságio foi muito fraco.
Aqui o papel principal é Bek um ladrão de rua (feito pelo fotogênico australiano Brenton que esteve em Malévola e O Doador de Memórias)
que flerta com uma bela jovem e escapa de muitos problemas justamente
quando há enorme luta pelo poder entre duas grandes figuras que seriam
reis do Egito, ou melhor dizendo Deuses. Bek se une a Horus numa aliança
contra o traidor Deus Set da Escuridão que assumiu a força o trono do
reino Egípcio. Provocando guerra e caos.
E pronto. Quem for ver sabe o que esperar e o azar é seu. Brinco, já vi piores. Mas poucos.
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