Inglaterra,16.
106 min. Direção de Dexter Fletcher. Roteiro de Sean Maccaulay, Simon
Kelton. Com Hugh Jackman, Taron Egerton, Christopher Walken, Jim
Broadbent, Jo Hartley (a mãe), Keith Allen (o pai). Iris Berben.
Produção de Matthew Vaughan.
Os mesmos produtores de Kingsman: Serviço Secreto,
um dos meus filmes preferidos do ano passado (e felizmente enorme
sucesso de bilheteria), realizaram este “feel good” drama biográfico
(portanto história real mas contando em tom em humorado e positivo) que
muito me divertiu e até emocionou (também porque eu também fui
esportista quando jovem e entendo grande parte dos sentimentos que o
filme expõe). Passaram a direção por um ator pouco conhecido (Dexter
Fletcher, a quem acompanho a carreira desde garoto quando fez Bugsy Malone, O Homem Elefante, Rebelião em Alto Mar). Como realizador fez antes dois longas, mas fez um ótimo trabalho, com uma narrativa agradável e eficiente.
Grande
parte do sucesso do filme se deve a chamarem para estrelar o Wolverine,
oops, quero dizer Hugh Jackman (no papel do rebelde esportista que se
torna treinador do herói , provavelmente o melhor trabalho do ator no
cinema, espontâneo e sincero!) e mais ainda do Taron Egerton, que havia
sido justamente a revelação de Kingsman. Os fãs de
cinema irão perceber uma outra citação simpática quando o radio esta
falando de um caso real de Olimpíadas de Inverno, que deu origem ao
filme de grande sucesso Cool Runnings,93, com John Candy que chamou-se aqui Jamaica Abaixo de Zero.
A
princípio uma coisa incomoda a gente que é ver o ator Taron fazer
trejeitos com a boca, um pouco exagerados. Mas é evidente que ele esta
imitando o personagem real (e ao final aparecem as fotos do verdadeiro,
que confirma isso. Embora o próprio antes de ver o filme - a estreia
britânica ainda não aconteceu,vai ser depois da nossa - tenha se
conformado que várias situações entraram no roteiro para tornar tudo
mais divertido e épico: provando que um nerd que tem tudo contra si
próprio pode realizar um sonho de se tornar campeão olímpico. O que
gostei do filme é que conseguiram o tom de humor sem cair na comédia
exagerada, ajudados por um elenco eficiente de coadjuvantes (alias coisa
comum no cinema britânico), as sequências de esqui são impecáveis e
todo o filme me fez voltar a ser criança e me divertir muito.
Olá, Rubens. Eu sou João Carlos Correia e nos encontramos nas cabine deste filme. Caso não se lembre, conversamos sobre o filme "O Encontro" com Richard Gere (do qual você fez recentemente a crítica). Bem, eu também fiz a crítica de "Voando alto" (título horrível em português, não?) e, se não for pedir muito, gostaria de saber a sua opinião. Desde já, obrigado.
ResponderExcluirhttp://panoramadocinema.blogspot.com.br/2016/03/critica-voando-alto.html
Filme alto astral e emocionante !!! Gostei bastante da história baseada em fatos reais, e das atuações do astro Hugh Jackman, e do futuro astro Taron Egerton.
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