sexta-feira, 11 de outubro de 2013

É o Fim

É o Fim (This is the End) EUA, 13.Cotação:3
Direção de Seth Rogen e Evan Goldberg.103 min.com Seth Rogen, James Franco, Jonah Hill, Jay Baruchel, Danny McBride, Craig Robinson, Michael Cera, Emma Watson, Mindy Kaling, David Krumholtz, Rihanna, Paul Rudd, Martin Starr, Chaning Tatum, Jason Segel.

Riso não se discute. É o que dizem e neste caso tendo a concordar. Não é todo mundo que vai achar engraçada esta brincadeira entre amigos, uma  “inside joke” que fica muito mais divertida se você conhecer os bastidores dos jovens astros de Hollywood, que tem a humildade (ou suprema vaidade) de se auto gozarem (tirarem o sarro deles mesmos). Onde o elenco inteiro interpreta uma versão de si próprios (claro que é o lado que desejam revelar, ou tem a coragem de transparecer, seja qual for a razão). O fato é que alguns deles são atrevidos e não tem medo de serem humilhados (Chaning Tatum em particular mal aparece como um escravo sexual de um cara!). Emma Watson foge apavorada achando que todos querem estruprá-la e um deles, McBride é o que se expõe como grosseiro, cafajeste, sem escrúpulos!
Parece que a origem do projeto são dois nomes conhecidos o ator e roteirista Seth Rogen (revelado em O Virgem de 40 anos, astro depois de Ligeiramente Grávidos) e o habitual roteirista Evan Goldberg (que fez vários trabalhos da turma, como Segurando as Pontas, Superbad,Vizinhos Imediatos do Terceiro Grau mas também o horrível Besouro Verde pelo qual inclusive Seth é interpelado). O segredo foi chamar os amigos quase todos nomes famosos da comédia americana atual e colocá-los numa trama que não é encarada como farsa, ao contrario tudo é levado a serio em particular na parte final quando acontecem para valer.
Jay Baruchel é o protagonista junto com Seth (alias eles são canadenses assim como Goldberg). Ele chega a Los Angeles depois de uma longa ausência e é levado para uma festa maluca na casa forte de James Franco (que agüenta com sua cara de pau de sempre os desrespeitos ao seu nome e persona). Lá somos surpreendidos com algumas revelações como Michael Cera que se revela um sátiro incansável e completamente oposto a sua imagem de bobinho.Mas não demora muito que de repente do céu apareçam raios e pessoas são capturadas, enquanto buracos se formam nas ruas de Los Angeles, que levam outros não se sabe para onde.
Ate que se estabelece finalmente que o esta sucedendo não é uma invasão de Ets mas  o apocalipse, as pessoas estão sendo levadas para o céu ou o inferno conforme seu comportamento. Tudo na maior seriedade.
E o mais estranho é que funciona tanto a sátira dos primeiros dois terços quanto a resolução final. A gente não sabe com o que mais se espantar, com a cara de pau dos atores, ou com a coragem de assumir um fim até religioso. Mais espantado ainda fiquei eu em gostar do filme, me divertir, rir bastante e não apenas eu (com orçamento de 32 milhões já alcançou os 100 milhões de dólares de renda nos EUA e mais 18 internacional). Sugiro que experimente ver. Eu ri muito.

Ref fim.  

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